Rochelle Gray, 28 anos, tinha apenas dez quando seu padastro, Anokye Andrews, começou a estuprá-la. O que durou mais sete anos.
Com os abusos frequentes, acabou engravidando por três vezes dele. Ao contar para sua mãe, Mary-Louisa Andrews, espera apoio, porém não foi o que aconteceu. Ela acusou a própria filha de mentirosa e que estava buscando atenção, e passou a encobrir o abuso do marido.
Depois da denúncia, Andrews foi condenado a 20 anos de cadeia, no Reino Unido, e sua mãe vai responder presa por cinco anos por maus-tratos infantil.
Em entrevista ao The Sun, Rochelle afirmou que está se sentindo segura com o padastro atrás das grades. “Mas nunca vou esquecer a traição da minha mãe. Quero que os outros sobreviventes saibam que também podem obter justiça”.
Segundo ela, os dois viviam juntos desde 2000 e o primeor abuso aconteceu cinco meses depois do começo do relacionamento enquanto Rochelle e o padrastro assistiam televisão.
“Casar é uma explosão de amor. Deixa a gente inebriada, com um sentimento de felicidade genuína por nós, por quem está perto, pela humanidade. Entre as mensagens maravilhosas que recebemos, uma marcou ainda mais: ‘Casar é a forma que duas pessoas que se amam encontraram para se proteger do mundo’. Laura e eu assinamos nossa escolha meses depois do pedido, feito no Carnaval, minha festa preferida. Antecipamos a data por conta dos resultados das eleições? Sim. Melhor nos precavermos, seguindo a recomendação dos especialistas. Ainda assim, falei para ela: não quero fazer legenda na foto dizendo que nosso casamento é um ato político. Apesar de saber que também é, quis celebrar o amor, como é direito de todos. Inevitavelmente, no entanto, duas mulheres que decidem se casar são muita coisa. Tivemos que passar pela longa fase de aceitação das famílias. E é tão doido lembrar disso, pois já foi tão doído… Hoje ambas as famílias se emocionam, estão perto, comemoram. Esse momento chegou! Nós festejamos. Aliás, nos conhecemos em uma festa, ela me adicionou no Facebook, trocamos mensagens. De repente, estávamos tão apaixonadas que foi inevitável dar uns chacoalhões na vida. Morar junto, casar, fazer planos. Ela me dá vontade de desbravar o mundo com mais coragem. E a gente precisa tanto disso. Toda mulher sabe o que é viver com medo. Duas mulheres juntas talvez saibam ainda mais. A gente entra num táxi e já se afasta, tem algumas questões, mede o quanto se expõe (e isso porque somos privilegiadas). Dá medo de sofrer preconceito, ainda mais no Brasil de 2019. Mas qual escolha temos além de nos fortalecer? Nosso amor é bonito demais para ficar escondido. O Brasil que a gente quer é de resistência, de festa”, diz Daniela Arrais, jornalista, que casou com Laura, fisioterapeuta, em 15/12/2018
“Sou lésbica desde que me entendo por gente. Minha primeira atração foi por uma professora. Dei o primeiro beijo em uma amiga, aos 12 anos. Naquela época, era tudo mais difícil, não tinha o Pabllo Vittar dançando na televisão. Comecei a namorar uma vizinha aos 16 e por isso levei uma surra de 15 meninos do prédio. Quem me salvou foi o porteiro. Assustada, minha mãe me mandou morar em Portugal, com um tio gay. Voltei um tempo depois porque minha namorada tinha tentado se matar. Mas sabe como é amor de adolescente, cheguei aqui e o namoro acabou. Conheci a Gláucia há 10 anos, em uma loja, mas naquele dia só trocamos olhares. Em 2016 nos reencontramos, quando ela me entrevistou para uma reportagem em um bar na Pompeia. Demos o primeiro beijo no Beco do Batman, um lugar cheio de grafites na Vila Madalena, e não nos largamos mais. Decidimos nos casar no começo do ano. Gláucia tem dois filhos, o Lenin, 10 anos, e a Manuela, 5, que também me chamam de mãe. Tomamos essa decisão para evitar constrangimentos quando os levasse ao médico ou hospital. Com o resultado do primeiro turno, nossa advogada nos instruiu a casar. Nunca foi fácil ser lésbica. A diferença é que agora o ódio saiu do armário. Por isso, precisamos mostrar que existimos e resistir. Nosso casamento foi um ato político com muito amor”, diz Luana Hansen, DJ, MC e produtora, que casou com a empreendedora social Gláucia Figueiredo no dia 15/12/2018
“Eu e Júlia nos conhecemos em 2015. Ela trabalhava em um pub e eu no Canal das Bee e no Gorda de Boa, ambos do YouTube. Algum tempo depois, fui diagnosticada com Transtorno Afetivo Bipolar e entrei numa fase maníaco-psicótica. Imaginei coisas e vi pessoas que não existiam. Aprontei todas. Era tanto perigo de vida que não podia ficar sozinha. Meus pais têm uma empresa e era impossível para eles cuidarem de mim – além disso, quando minha mãe tentou, joguei todos os documentos, holerites, notebook e afins pela janela. Caiu tudo na piscina, olha que agradável.
Naquele momento, a Júlia pediu demissão e foi morar comigo. Ela era a única pessoa que conseguia me acalmar e me tratar de um jeito que não me desse mais estímulos negativos. Com ela, sentia que podia finalmente descansar. Não é fácil falar disso, mas acabei internada numa clínica psiquiátrica. Ela só podia me visitar por uma hora, uma vez por dia. No primeiro dia, deitou na maca comigo e tirou um cochilo (tenho certeza de que não dormiu, só fez aquilo para mostrar que estava o tempo todo comigo). Foi ali que tomei a decisão de pedi-la em casamento. Saí andando pela clínica e procurei algum galho maleável. Com péssimas habilidades artesanais, fiz um anel de noivado de ‘matinho’,
como ela costuma dizer – e perguntei se queria casar comigo. Ela disse sim e tem dito sim desde então, pois combinamos que o pedido será refeito dia a dia, para não acostumarmos mal. Com a vitória de um presidente que não aprova união de casais LGBT, decidimos casar no civil. Foi um dos dias mais maravilhosos das nossas vidas”, diz Jéssica Tauane, comunicóloga, que casou com Júlia Azevedo, internacionalista, no dia 15/12/2018
“Eu e o Marcos decidimos casar no dia seguinte ao primeiro turno da eleição. Juntos há quase 24 anos, com total apoio de nossas famílias, nunca sentimos necessidade de institucionalizar a relação, mas frente aos discursos de ódio e à possibilidade de perda de direitos, achamos necessário casar como um ato político de afirmação do amor nos tempos do cólera.
Quando nos conhecemos, em 1994, Marcos participava de uma companhia de dança contemporânea e eu trabalhava como assessor de imprensa. Começamos de fato a namorar em 1995, quando passei a dar aula de jornalismo. Dois anos depois fomos morar na Alemanha, eu com uma bolsa de doutorado na Humboldt
Universität, em Berlim, e Marcos em busca de outra companhia de dança. Voltei ao Brasil em 2000, entrei para a Folha de S.Paulo e tornei-me crítico de arte. Marcos voltou em 2001, mas ambos seguimos sempre juntos.
Desde 2012, praticamente todos os fins de semana passamos em São Francisco Xavier, na serra da Mantiqueira, onde há quatro anos construímos uma casa para receber amigos, desestressar de São Paulo, cuidar de um jardim que não cansamos de olhar. Na prática, vida de casados já temos há muito tempo, mas quando pegamos o documento formal e percebemos que podemos declarar “casado” em qualquer questionário banal, nos perguntamos porque não fizemos isso antes”, diz Fabio Cypriano, jornalista, que casou com Marcos Galon, produtor cultural, em 12/10/2018
“Desde que nos conhecemos compartilhamos o sonho do casamento. Com seis meses de namoro fomos morar juntas e no chá de panela a Mari me pediu em casamento. Agendamos a cerimônia para outubro de 2019. Já com espaço locado, buffet contratado e assessoria. Mas durante o ano, com o movimento político e a possibilidade da eleição de Jair Bolsonaro, começamos a conversar sobre antecipar a cerimônia. Chegamos a tomar a decisão de casar com pequenas reuniões no religioso (somos umbandistas) e no civil, sem comemoração, por medo de perdermos o direito. Acontece que este não era o nosso sonho. Sou produtora de eventos e comecei a buscar espaços alternativos para fazer mini wedding (a festa seria para 150 pessoas). Achei um na Vila Madalena, e surpreendi a Mari com o local e proposta de cancelar tudo que tínhamos para 2019 e fazermos o casamento em três meses. Foi a maior loucura! Nosso casamento se realizou com a cerimônia religiosa no nosso terreiro Centro Cultural Mãe Iansã e Caboclo Pena Branca, na Mooca, seguido de fotos no Beco do Batman, e a festa no La Carrosse, na Vila Madalena. Fizemos a festa para 75 pessoas, ou seja, só os familiares e amigos bem próximos. Mas foi um dia cheio de amor e felicidade. Símbolo da nossa resistência!
No dia seguinte o nosso pior pesadelo se fez real: temos um presidente eleito que propaga o ódio e o preconceito. O casamento civil aconteceu alguns meses depois, no começo de dezembro. Seguimos na luta pelo direito de sermos quem somos, mulheres livres, homossexuais e também na luta por quem não pode lutar por si. Resistiremos!”, diz Gabrielle Batista Forato,
produtora de eventos, que casou com a educadora física Mariana Batista Forato no dia 27/10/2018
“O Felipe e eu, de início, não conversamos muito. Nos conhecemos numa festa em São Paulo, em 2014. Por volta de 22h, a turma decidiu jantar em uma pizzaria perto dali. Eu, o Felipe e um amigo fomos em um carro, e foi ali que meu marido, inadvertidamente, me deu o primeiro beijo. Não nos largamos mais. Um mês depois, numa festa na casa dele, uma amiga perguntou brincando quando iríamos namorar; era 12 de junho. Respondi que ele só me enrolava, mas o Felipe rebateu: “Não seja por isso: quer namorar comigo?”. Três anos depois, decidimos morar juntos, com a sorte de ter o apoio de nossos familiares. Assim como aconteceu com o pedido de namoro, o tema casamento surgia nas conversas e eu brincava que ele só me enrolava. Mas desta vez, eu estava decidido a tomar a frente – era só uma questão de oficializar o que vivíamos e garantir direitos. Minha intenção era pedi-lo em casamento durante uma viagem ao Rio, mas chegando lá não consegui comprar as alianças. Sem saber de nada, o Felipe me convidou para um passeio surpresa ao Sítio Burle Marx. Ali, pegou uma aliança, olhou para mim e perguntou: “Quer casar comigo? Nos casamos na véspera das eleições presidenciais. Todos ficaram emotivos com a celebração de nosso amor num momento tão delicado para os LGBTQIs. Acredito que renovamos as esperanças das pessoas ali”, diz Bruno Niz, designer, que casou com Felipe Giacon, publicitário, no dia 12/10/2018
Foi-se o tempo em que estar bronzeada era sinônimo de ficar hoooras a fio deitada na areia, né? Ainda bem, nossa pele agradece! Graças a maquiagens e produtinhos milagrosos — nossa rainha Rihanna e Kim Kardashian são fãs! — é possível alcançar um bronze impecável sem ir à praia.
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Para te ajudar na missão, elencamos cinco lições que você deve saber sobre os autobronzeadores — desde a esfoliação correta da pele até as áreas que você não pode esquecer!
1. ESFOLIAR É PRECISO
Para deixar a pele uniforme para a aplicação, uma dica é fazer bastante esfoliação no corpo inteiro, removendo assim o excesso de células mortas. “Dessa forma deixará a pele lisa e com maior efeito do produto”, explica Gabriel Beleze, fundador da Skelt.
2. HIDRATE AS ÁREAS MAIS SECAS
Para áreas secas da pele como os cotovelos, calcanhares e joelhos, é importante uma hidratação extra. “Essas áreas tendem a absorver mais o produto. Porém, quando hidratadas, recebem a mesma quantidade de produto que as outras áreas do corpo”, complementa. Então, anote: se não hidratadas, as áreas mais secas podem ficar mais escuras do que o resto do corpo!
3. NÃO APLIQUE COM AS MÃOS
“O uso de luva para ajudar a passar o produto é uma das dicas mais importantes. Quando você utiliza algo para ajudar a espalhar o produto, o autobronzeador é espalhado mais facilmente e de uma forma mais uniforme”, diz.
4. NÃO ESQUEÇA DO PESCOÇO
Pode parecer piada, mas é verdade. Com a empolgação do momento, algumas pareas podem ficar esquecidas como pescoço e nas dobrinhas dos joelhos. Dica: amarre sempre cabelo para você não correr o risco de esquecer o pescoço.
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5. ENTENDA OS ATIVOS
Existem muuuuitos tipos de autobronzeadores, desde os que possuem função iluminadora aos que contém ácido hialurônico na composição. Leia os rótulos e entenda o que funciona mais para você. “Cada um possui uma característica própria e será ativado nas áreas específicas do corpo”, diz Gabriel.
6. CUIDADO AO ESCOLHER O TOM
Se você nunca se autobronzeou, comece com um tom ligeiramente mais claro — isso ajudará você a encontrar o tom e o produto certos para você. Caso seu creme ou mousse seja um pouco mais forte, misture-o com um hidratante.
Preparada para voltar a usar tamancos com plataformas enormes à la Spice Girls? Pois as fashionistas gringas já estão desfilando por aí com seus pares – e eles são enormes mesmo!
O novo modelo queridinho das it-girls é o Blackout Platform, da marca americana Simon Miller. Com ~apenas~ 10 cm de salto, ele lembra aqueles sapatos duvidosos dos anos 2000… Não bastasse toda altura, as versões que mais bombam no street style são as bem coloridonas.
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No site da grife você encontra todas as cores do modelo. O par sai por 490 dólares – algo em torno de 2 mil reais. Confira como as fashionistas incluem este sapatinho nada básico em suas produções e inspire-se!
As frases motivacionais quem me desculpem, os coaches que se proliferaram como Gremlins que me deem licença, mas, “para a nooooossa alegriaaaaaa”, o que nos salva hoje em dia são os memes.
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Os memes unem as pessoas. São democráticos. Mostram que #tamojuntas, independentemente de qual for a situação. Ou vai dizer que, quando você lê aquele monte de comentários hilários abaixo do post que curtiu, se identificou e gargalhou, não vem uma sensação é de NÃO estar sozinha no mundo? E você não está mesmo!
E é assim que minha vida é um meme… Ou melhor, vários; uma sucessão deles.
É muito curioso que, ao ler isso, você certamente já consegue visualizar algo na cabeça: pode ser o Chapolin Sincero, a Nazaré confusa, a Barbie Fascista, a Gretchen, a Glória Maria na Jamaica (ou na Noruega), um vídeo de gato… A não ser que você não possa opinar, assim como a Glória Pires no Oscar.
E quando você conhece alguém que se chama Betty? Duvido não falar mentalmente “O meu também é Betty”. Quantas e quantas situações do cotidiano não mereciam “Sweet Dreams” tocando ao fundo com a cena de Casos de Família? Muitas, eu garanto.
O meme descomplica a vida. Traz aquela leveza pra quem tá encalhado, tomou um pé na bunda, tá sem grana, pagou mico, foi demitido… Todxs nós temos muitas referências de memes que aplicamos o tempo todo, afinal, e eles também nos ajudam a entender e enfrentar a dureza de tempos tão sombrios. A Amazônia que queima, o dia que vira noite e o machismo institucionalizado também podem ser combatidos com memes. Críticos, ácidos, empoderados. Meme com responsabilidade social? Si, pero sin perder la graça jamás.
Mas você sabe de onde vem o “meme”?
Tia Fe Doida foi atrás e descobriu que a palavra vem do grego mimena, que significa “imitação”. Isso explica muita coisa. Identificamos como meme algo que começa a ser repetido, que viraliza, certo?! Mas o termo da forma que conhecemos vem de Richard Dawkins, que não é nenhum millennial. Ele é, na verdade, um biólogo que, no ano de 1976, citou em seu livro “O Gene Egoísta” o termo “meme” para identificar qualquer informação que se espalha… Assim como os nossos genes, que, percorrendo esse caminho da multiplicação, são a base da evolução humana.
Eu já passei um domingo inteiro tomando vinho e fazendo batalha de memes com uma amiga. Eu enviava um, ela respondia com outro. Resultado: ri tanto, que curou a dor de amor que eu estava sentindo. Se isso não é evoluir, meus anjos, não sei o que é.
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Sou mais “Irmã Zuleide” a Osho.
O “Emputecido” me faz rir mais que stand up comedy.
O “Bolsominions Arrependidos” me dá um alívio diário (divertido e dramático) de que posso me arrepender de muitas coisas, menos de minhas escolhas nas urnas.
E, assim, vários avatares transformam minha rotina, meu humor, minhas relações.
Eu não sei quem são os autores destas obras primas, o que comem, onde vivem… Mas sei que PRECISO agradecer a existência e a criatividade dessa gente que se esconde atrás das arrobas que citei nesta coluna.
Nada de abandonar os livros, claro, os clássicos, os poetas, os filósofos – “ninguém sai”. A questão aqui não é sobre exclusão, mas, sim, adaptar-se às novas tendências de identificação, comunicação e relacionamento. Jamais reaja com desprezo quando alguém te enviar um print de uma simples bobagem. Isso pode mudar seu dia.
Foi-se o tempo que a vida era um mar de rosas (já houve esse tempo?!). Hoje, amadas, amados, amadxs leitores, A VIDA É UM MEME.
Escolher a base perfeita é uma tarefa difícil, né? A gente entende super. Se você está nessa missão, alegre-se com essa novidade: chega, este mês, a Base Time Wise 3D da Mary Kay.
Queridinho da marca, o produto vem reformulado em 26 tons e benefícios babados como alta duração e antioxidante. O mais legal de tudo é a presença da vitamina B3 e o complexo Age-Minimize 3D presente na fórmula, que age como antioxidante.
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Além disso, ela possui a tecnologia Intellimatch, que se adapta a cada tom (yaaaas!). Calma que a gente explica: são 3 subtons disponíveis — pele é muito clara (Ivory), pele menos clara ou levemente morena (Beige) ou pele morena ou escura (Bronze). Depois dessa análise é possível encontrar o subtom.
Gostou? Outra vantagem é o preço, superdemocrático (R$ 64,90)! Olha só que lindona…
Tem brasileira representado o país na semana de moda de Nova York! A Undertop, marca de allwear, é comandada pela diretora criativa Juliana Mansur. Conhecida por seus bodies, tops e hot-pants, as peças são perfeitas para serem usadas com peças complementares.
A marca aterriza em Nova York para desfilar sua coleção nesta sexta-feira (06) no Pier 59 Studios e será vendida na multimarcas Flyng Solo.
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Quando Vinícius Vercillo ainda era uma criança viu o boom do sucesso do pai, Jorge Vercillo, com várias canções tocando na rádio e outras como temas românticos em novelas na Globo. Hoje, aos 17 anos e seguindo os passos dele, lembra que era o fã número 1 do pai e adorava assistir seu DVD em looping, o que resultou na influência pela escolha da profissão.
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“Acho que eu tenho muito dos caminhos melódicos dele e muita influência nas harmonias. Quando eu era pequeno, ficava com os arranjos na minha cabeça, mas não tinha ideia que era o ‘auge’ da carreira dele, ou algo assim. Eu via que as pessoas o reconheciam na rua, mas pensava que era assim com todo mundo”, comenta.
Não teve jeito: o jovem músico se tornou um homem romântico, mas afirma que é tímido e acredita que dentro de um relacionamento vá encontrar sua maneira de explorar seu lado poético por meio da sensibilidade.
“Eu queria fugir disso, mas é interessante porque as melodias que eu faço consequentemente caem num tipo de letra mais ‘contemplativa’, então prefiro até usar esse termo do que ‘romântico’. Acho que ser romântico significa, pelo menos pra mim, ser mais compreensível ao seu companheiro e se doar da melhor forma ao relacionamento com aquela pessoa”, explica.
Por enquanto, Vini está solteiro e conta que as mulheres o inspiram na composição de suas músicas. Ele ainda salienta que espera encontrar a pessoa certa para ficar ao seu lado.
“Elas acabam comigo e, de vez em quando, me têm por inteiro. E a vida é isso: tem certas garotas que têm um certo tipo de olhar, sentir, falar que é arrebatador para todo homem. Elas têm tanta diversidade, mas uma diversidade que se encontra no arquétipo feminino, seja na parte estética quanto da personalidade… Acho que algumas delas conseguiram me fazer apaixonar ao longo da vida e, inevitavelmente, isso vai acontecer de novo.”
Aliás, ele afirma que já ficou com meninas que conheceu pelas redes sociais e confessa que prefere os encontros pessoalmente, bem longe das telas de celular.
“Até que eu uso pouco o Instagram para publicar fotos, mas acho uma ferramenta incrível que pode conectar as pessoas. Eu já fiquei com meninas que me conheciam através do Instagram, mas eu não conhecia elas, isso é muito interessante”, fala.
Carreira musical
O jovem músico está dando seus primeiros passos na carreira artística deve lançar ainda este ano seu primeiro álbum, um projeto totalmente em inglês, para entender até onde pode chegar cantando no idioma universal.
“Quero ter os portões abertos lá fora com minha música, por ser mais R&B, blues… Acho que tem um espaço maior no exterior, embora eu acho que no Brasil também haja. Tenho muitas músicas em português, mas esse projeto sendo o primeiro, já seria interessante tentar algo diferente”, fala.
Ele lembra que, além do pai, suas primeiras influências também tiveram um dedinho da mãe, Gabriela, que o fazia ouvir alguns clássicos da música internacional.
“Ela colocava muitas coisas pra eu ouvir que até ela gostava mais que meu pai, como por exemplo, o DVD The Wall ao vivo, do Pink Floyd, ou Sade. Eu lembro que eu assistia uma fita cassete de uns clipes dos anos 1970 com Paul McCartney e Stevie Wonder, Earth Wind and Fire… E meu pai já colocava tudo de MPB, isso eu devia ter de uns dois anos de idade”, enumera.
Para finalizar, ele diz que também sonha fazer uma faculdade: “Pretendo fazer teatro, acho que tem tudo a ver com a carreira artística e consequentemente ajuda no palco.”
Estéfi Machado, moradora do bairro de Pinheiros, relatou em sua conta no Instagram que as ciclovias do bairro, localizado na zona oeste de São Paulo, foram apagadas durante a madrugada deste sábado (07).
Ela, que gravou os vídeos abaixo na Rua Arthur de Azevedo, mostrou o resultado da ação da Prefeitura de São Paulo. “Presente de 7 de setembro: apagaram todas as ciclovias na madrugada”.
“Acabou, pode esquecer criança segura. Vieram bem escondinhos na madrugada e apagaram a ciclovia inteira”.
A prefeitura de São Paulo afirmou que as ciclofaixas removidas pela cidade serão reimplantadas ainda neste mês, com melhorias.
Para muitos o fim de semana é sinônimo de preguiça, mas não no caso de Karina Lucco.
De acordo com postagem nas redes sociais, neste sábado (07), a digital influencer curte o dia de sol na piscina de sua casa, porém sem deixar de lado o exercício físico.
“Nem a ressaca me derruba”, escreveu na legenda da imagem.