Em entrevista ao canal do Youtube da apresentadora Léo Áquila, a modelo trans Alessandra Tavares contou ter sofrido agressão verbal e transfobia durante a gravação de um clipe do funkeiro MC Lan. Segundo a jovem, ela teria sido convidada a fazer parte do elenco do clipe de Sua Amiga Eu Vou Pegar do cantor mas logo percebeu que “não era bem-vinda” quando chegou ao set de gravação.
“Quando coloquei o pé no set de gravação, percebi que havia um alvoroço por parte do cantor. Todos acharam estranho, já que não havia contado a ninguém que era trans”, explicou Alessandra sobre a situação que teria ocorrido em 2017. Sem mencionar o nome de MC Lan, a modelo afirma que foi ofendida com termos preconceituosos e por inúmeras vezes ouviu o músico declarar que não gravaria com ela.
“Não só me tiraram de lá dessa forma, como o cantor falou para não me levarem de volta até a estação. É a obrigação de toda equipe levar as meninas de volta”, acrescentou a modelo. Depois de insistir em ser levada até um lugar onde poderia ir embora de maneira mais fácil, a equipe lhe cedeu um carro, o qual o motorista de acordo com Alessandra a deixou na primeira esquina. A modelo ainda diise que foi chamada de “traveco”, “homem” e “travesti” pelo cantor de funk.
Após a repercusão do vídeo, Lan usou seu Instagram para se pronunciar. O cantor declarou ser inocente das acusações e que também sofreu preconceito em sua carreira além de destacar que sempre apoiou o movimento LGBT+.Confira:
O cantor sertanejo Bruno Henrique Fávaro, de 29 anos, conhecido como Jota Bruno, morreu na madrugada de sábado (24), ao se envolver em um acidente de trânsito na cidade de Mundo Novo, no Mato Grosso do Sul. As causas do acidente ainda serão apuradas.
Segundo a Polícia Civil, Jota Bruno voltava sozinho da cidade de Salto del Guairá, no Paraguai, quando perdeu o controle do veículo a bateu em uma árvores, na altura do km 13 da rodovia BR-463, já em Mundo Novo, onde morava. Ele morreu no local. Nenhum outro carro se envolveu na batida.
Jota Bruno seguia carreira solo atualmente, mas já tinha feito dupla com os sertanejos Murilo e com Rodrigo. Amigos, familiares e fãs postaram mensagens em homenagem a ele nas redes sociais. “Nunca esquecerei você. Sua humildade, tua risada”, escreveu um seguidor. “Vá em paz amigo, nunca vou te esquecer, um cara que sempre me colocou pra cima”, disse outro.
Xuxa Meneghel relembrou a gestação de, Sasha e contou que engravidou logo na primeira tentativa, na época, aos 35 anos. “Já na primeira relação sexual sem camisinha, eu engravidei”, disse em entrevista ao Canal Brasil.
A apresentadora contou que chegou a pensar em uma produção independente, porém, voltou atrás. “O Luciano [Szafir] disse que a gente precisaria casar para ter filho. Eu não queria. Pensei em inseminação, mas depois decidimos que ela teria um pai”, ressaltou.
Xuxa também falou sobre Sasha não seguir seus passos artísticos. Atualmente, a jovem vive em Nova York, nos Estados Unidos, onde faz faculdade de Moda. “Não passou pela minha cabeça ter uma Xuxinha, a pessoa que poderia entrar no meu lugar. Ela não nasceu para isso. Sasha tem a capacidade de fazer o que quiser. Ela é muito inteligente. A cabeça que ela tem com 20 anos eu não tinha de jeito nenhum”, afirmou.
Jonathan Scott, da série televisiva “Irmãos à Obra”, foi visto em um encontro e passeando de mãos dadas com a atriz Zooey Deschanel.
Zooey é a protagonista do clássico filme romântico “500 dias com ela” e da série “New Girl” e oficializou no último mês o seu divórcio com o produtor Jacob Pechenik. O casal estava casado desde 2015 e tem dois filhos.
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Acredita-se que o novo casal (inusitado, né?) tenha se conhecido na gravação do quadro “Carpool Karaoke”, seguimento do programa do apresentador James Corden, que contava com a presença de ambos os irmãos Scott e Zooey.
Você sabia que Tel Aviv, em Israel, é considerada a capital mundial do veganismo? A cidade mais cosmopolita do Oriente Médio possui centenas de restaurantes vegan, com menus inovadores, deliciosos e nutritivos, desde saladas e sanduíches (sim, fast food!) a pratos ~gourmet~ e sobremesas.
Então, se você é vegano, vegetariano, ou simplesmente gosta de experimentar novas receitas, vai adorar essa listinha!
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1. Anastasia Café
Quer começar o dia com um delicioso café da manhã? O Anastasia tem opções veganas e vegetarianas para todos os gostos: omeletes de milho, waffles, panquecas, bolos, smoothies e uma barra de chocolate, que é campeã de vendas.
2. Bana
Um dos restaurantes queridinhos do momento, o Bana possui um menu diferentão e, segundo os locais, é a casa que serve o melhor brunch de Tel Aviv. Experimente a brusqueta coberta com alho confitado, abacate grelhado, cogumelos e cebola assada. Outro prato bastante elogiado é o nhoque de batata roxa.
3. 416
O 416, provavelmente, é a melhor experiência gastronômica que você terá em Tel Aviv. O restaurante, inspirado no estilo nova-iorquino, oferece um cardápio criativo e ambiente supercool. A ideia é reinventar as receitas clássicas. Que tal provar uma lula vegana? Ou, talvez, um espetinho de seitan (carne vegetal) com batatas assadas e legumes?
4. Meshek Barzilay
Comandado pelo chef Merav Barzilay, o restaurante é totalmente orgânico. O dono até brinca que o tomate do almoço foi colhido pela manhã na fazenda dele. O cardápio não é fixo e muda de acordo com as estações do ano. A casa serve café da manhã, almoço e jantar. Prove as quiches, a torta de maçã e o cheesecake de amora.
5. The Green Cat
Está atrás de pizza? No Green Cat você encontra diferentes sabores, tudo, claro, vegan! De acordo com os israelenses que frequentam a casa, é quase impossível diferenciar as pizzas de lá das tradicionais.
6. Godness
O restaurante serve o melhor hambúrguer da cidade! Os donos cuidam de cada detalhe da refeição fast food, por isso, o resultado é uma explosão de sabores e texturas. Prove o hambúrguer de feijão preto e pimenta assada.
7. Alegria
A casa serve saladas elaboradas, sandubas supernutritivos e pratos gourmet. Não deixe de pedir as famosas almôndegas assadas com arroz integral e pimenta. Dá pra tomar café da manhã (o iogurte é uma delícia!), almoçar e jantar.
Vamos ser sinceras? Não é todo dia que rola inspiração para fazer um look montação e sair de casa toda fashionista. Nesses momentos, a melhor saída é apostar no mais basicão dos combos da moda: calça jeans e blusa branca.
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Parece simples demais… E é! Mas nem por isso é menos chique. Pelo contrário, tem muita it-girl por aí que prefere um estilo minimalista mesmo em eventos sofisticados. Para compor, vale investir nos acessórios: sapatos, bolsas, óculos e chapéus roubam a cena. Outra facilidade é que qualquer peça jogada por cima do combo funciona, de jaquetas coloridas a blazers sofisticados para dar um up, se for o caso.
Confira alguns looks com a combinação e se inspire:
“Minha avó tinha Alzheimer e vivia comigo. Meu tio e meu primo são psiquiatras, ela tinha medicação, tinha geriatra, tinha neurologista, tinha todo um acompanhamento. No geral, ela estava bem de saúde. No dia 15 de agosto, ela começou a passar mal, e eu a levei para o Pronto Atendimento da Unimed de Copacabana. Lá, ela teve um laudo de pancreatite, então precisava ser internada. E nós só conseguimos uma vaga nesse hospital, Badim. Seguimos para lá uma da manhã e chegamos por volta de 1h40. Ela estava lá desde então. No dia do incêndio, estava no CTI, em coma induzido.
Na quinta-feira, a dona Rose, acompanhante que ficava com a minha avó em casa, estava lá no hospital com ela, e me ligou umas 17h45, mais ou menos, dizendo: ‘Está pegando fogo, a gente vai ter que sair, eu não sei como com a vó, eles não estão deixando a gente tirar os doentes…’. Ela me contou que alguns enfermeiros foram impedidos de sair. Então foi uma cena de terror muito grande. Teve uma cuidadora que se jogou da janela para se salvar.
Depois soube que, antes de tudo, faltou luz. E eles disseram para todos se acalmarem, que tudo seria resolvido. Em cinco minutos, o fogo se alastrou. Além da cuidadora, outras pessoas contaram isso, porque entraram em contato umas com as outras, e também depoimentos que já apareceram na imprensa. Houve falta de luz na recepção, acredito que no prédio inteiro. Quando a luz voltou, já era para elas saírem.
Dona Rose foi empurrada para sair pela escada. Muitas cuidadoras e enfermeiras saíram por lá. Queriam voltar e não puderam. Hoje vi nos jornais que, quando elas saíram, os seguranças e dirigentes deram a seguinte ordem: ‘Por favor, não avisem aos familiares.’ Lógico que todas as cuidadoras e parentes que estavam lá fizeram a comunicação para os familiares.
O fogo começou na andar debaixo do G1, onde estava esse CTI. Entre os primeiros lugares a serem afetados, estavam o boxe 1 e o boxe 2, que ficavam perto do elevador. Não posso afirmar com certeza, mas parece que esse CTI, que ontem ontem a imprensa chamou de 2, ele foi o mais afetado. Tanto que as vítimas que estão sendo encontradas estavam todas dentro desse CTI.
Além disso, o hospital deu informações erradas. Assim que soubemos que o hospital estava pegando fogo, uma prima que mora na Tijuca seguiu para lá e encontrou com a dona Rose e ficou lá até meia-noite. Eu imediatamente liguei para o meu primo que é médico, não consegui falar. Pedi para o meu filho ligar, nada também. Ligamos para outra prima, irmã dele, até a informação chegar até ele.
Foi informada que ela havia sido transferida para o Quinta D’Or. Então, de lá, elas foram para o Quinta D’Or, onde esse meu primo foi encontrar com elas, para ver se achava a minha avó. Só que elas não puderam entrar. Ele é médico da rede D’Or, teve que entrar com a credencial dele do Copa D’Or. Verificou leito por leito, minha avó não estava lá. Não contente, ele foi no Norte D’Or, ele foi no Copa D’Or, ele foi no Copa Star, ele foi no Gaffrée e Guinle, ele foi no Souza Aguiar, pediu a um amigo para ir no Caxias D’Or, outro amigo foi no Israelita, enfim, em todos os hospitais que estavam nas informações do Badim sobre as transferências. Ela não estava em nenhum.
Eu fiquei de casa telefonando para todos os hospitais, eles diziam que ela não estava, passavam o nome de outro hospital. Liguei para toda a Rede D’Or do Rio de Janeiro, e também para o Gaffrée, para o Souza Aguiar, para o Miguel Couto, para o Iaserj, todos os hospitais que a gente tinha informação que tinham recebido as vítimas. Assim que a cuidadora telefone, a gente entrou numa corrente de buscar o que estava acontecendo, de saber se ela estava na creche próxima ao hospital, no prédio do lado, onde ela estava.
Hoje, havia a notícia de que os bombeiros conseguiram entrar, às seis horas da manhã, para fazer uma varredura — que eles já estavam tentando desde mais cedo, só que cortaram a luz do hospital, disseram que por segurança. E eles encontraram os 11 corpos, e foram levados para o IML (Instituto Médico Legal).
A minha família só teve a notícia de que tinham encontrado a minha avó quando eu entrei contato com uma amiga jornalista e pedi a ela que, se ela tivesse alguma fonte, me desse uma clareada para saber onde a minha avó estava. Falei com um repórter da Globo e, 20 minutos depois, o nome da minha avó saiu na lista do IML. Ou seja, na verdade ela estava lá dentro do hospital.
A minha mãe também tem Alzheimer, então ela ainda não sabe o que aconteceu. Ela está vendo na televisão, mas não reconhece o rosto da minha avó. Ela não foi ao enterro, fiquei com ela em casa. Essa parte é muito difícil (emociona-se). O que ela sabia era que a minha avó estava fazendo exames no hospital, mas não sabia a gravidade do problema. Ontem pela televisão, ela ficou muito nervosa. Mas é que a nossa família tem pânico de incêndio. Parece que a gente já previa que algo assim aconteceria: nunca passamos por isso, mas todos têm um medo horrível de incêndio. Ela ficou nervosa com as imagens, às vezes eu tinha que mudar de canal.
Não posso provar se houve negligência no caso do incêndio. A polícia civil está investigando, para saber o que aconteceu. Mas é uma revolta muito grande, pela falta de informações e pela falta de cuidado que eles tiveram com os próprios profissionais. Foi muito triste ver aqueles profissionais saindo passando mal. As pessoas da rua é que ajudavam. Isso é um absurdo, ter que procurar ajuda de outras pessoas no meio da rua. Porque saiu muita notícia, então vários médicos de outros hospitais seguiram até o Badim para conseguir levar os doentes e as pessoas que estavam passando mal. As pessoas que moram perto e aquela creche foram os grandes salvadores daqueles funcionários.
Ainda existem pacientes desaparecidos. São familiares de pessoas que não estão conseguindo acesso a informações. A minha família entrou numa rede, procuramos advogado, procurei minha amiga jornalista, e foi assim que conseguimos saber do paradeiro da minha avó. Pessoas que não têm isso talvez estejam ainda procurando seus parentes. Por uma completa falta de responsabilidade do hospital.
Tudo leva a crer que houve um erro, uma falha mecânica. O delegado disse que foram dois focos de incêndio: um foi esse embaixo do CTI e um segundo do outro lado do hospital. Então houve uma falha que causou essa tragédia, que poderia ter tido proporções ainda maiores.
Hoje ainda está tudo muito confuso. Não sei o que fazer, mas tenho vontade de tomar alguma atitude, fazer alguma coisa. Até porque não foi só a minha avó.
Fui eu que recebi o telefonema na hora do incêndio. Eu ouvi os gritos das pessoas. Aquilo me marcou muito. Depois, vendo pela televisão o desespero das pessoas, me impressionou muito. Havia crianças que tinham ido visitar parentes e presenciaram aquilo tudo. A minha avó estava em coma induzido, ao menos ela não viu o que estava acontecendo. Mas eu creio que alguma coisa tem que ser feita. Se a gente deixar por isso mesmo, quantos mais virão?”
Foi em 1994 que Antonio Fagundes arrebatou os corações dos telespectadores com o advogado Otávio Jordão, de A Viagem, e quando a novela de Ivani Ribeiro foi reexibida pela segunda vez em 2006, Alexandra Martins estava de olho naquele homem que interpretava o par romântico de Diná, vivida por Christiane Torloni.
“Esta foi uma situação curiosa: a moça que trabalha na casa da minha mãe há anos recordou esses tempos que eu estava assistindo a novela A Viagem no Vale a Pena Ver de Novo e, numa cena do Antonio, comentei: ‘Charmoso esse cara, né?’ E, claro, quem não acha ele lindo, não?”, questiona.
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No ano seguinte, ela passou em um teste para interpretar Bentinha, a personagem-título de um dos episódios de Carga Pesada, e então conheceu seu ídolo. A relação da fã ultrapassou os limites do set e hoje os dois estão casados há quatro anos.
“Quem não era fã dele? Me diz uma pessoa no Brasil que não seja! [risos] Nunca existiu uma expectativa disso. Inclusive, quando me chamaram para o teste do Carga Pesada, eu achei que eu não ia passar porque a Bentinha é uma personagem muito diferente de mim, uma menina do interior do Nordeste. É difícil, na televisão, os autores confiarem em você para fazer uma coisa muito fora do seu biotipo, do seu perfil, mas fiz o teste e, dois dias depois, era eu a Bentinha. Foi um desafio muito grande para mim, porque era o personagem-título do episódio, contracenando com o Stênio [Garcia] e com o Antonio. Uma responsabilidade imensa, uma personagem dificílima de construir. Por conta disso tudo, a questão de ser fã tanto do Stênio quanto do Antonio ficou em outro lugar. Tinha tanta coisa pra ‘resolver’ com respeito à personagem, que a tietagem não aconteceu! Mas óbvio que fui fã desses dois grandes atores sempre”, lembra com carinho.
Agora os dois estão juntos novamente em Bom Sucesso: ele interpreta o protagonista Alberto, enquanto que ela vive a enfermeira Leila, que trabalha para o protagonista. A convivência entre marido e mulher tem sido “muito divertida”, segundo ela.
“Não é nosso primeiro trabalho na TV juntos. A gente produz junto, faz cinema, teatro juntos… A gente se conheceu trabalhando, né? Então faz parte da nossa vida o trabalho estar sempre por perto.”
Outra pessoa por quem Alexandra está apaixonada é Grazi Massafera e não poupa elogios à interprete de Paloma. A mulher de Fagundes afirma que a colega é extremamente disciplinada, estudiosa, dedicada e responsável com o trabalho.
“E o resultado está aí. Você vê a riqueza com que ela construiu essa Paloma, a verdade com que ela tem a personagem… É de aplaudir de pé. Eu estou muito, muito orgulhosa de estar com ela em cena. Além de ser uma parceira de cena divertidíssima, acabamos nos tornando grandes amigas. Estar ao lado dela é tudo de bom. A Grazi é uma delícia de pessoa, uma atriz talentosíssima. Para mim é um orgulho [contracenar com ela]. Eu acompanho a Grazi desde o primeiro trabalho dela, sempre a achei uma atriz extremamente interessante, que veio se desenvolvendo, crescendo”, comenta.
A atriz conta que a relação de Leila para Paloma é de muito ciúme porque a enfermeira é uma profissional supercompetente, foi colocada naquela casa para cuidar de um paciente que tem uma doença muito grave e é preparada para seguir um protocolo de atendimento, mas sua “adversária” não respeitas as regras.
“A Leila dá canja para o cara, enquanto que a outra [Paloma] dá uma feijoada! Isso tudo é uma bagunça na cabeça da Leila, ela não consegue entender. Então ela fica muito incomodada, preocupada… E tem uma questão feminina aí que pega muito também. Ela sente um incômodo pela presença dessa outra mulher. Vão acontecer coisas na história que vão deixar a Leila realmente morrendo de ciúme. É muito divertido! Eu e a Grazi estamos nos divertindo muito com essa rixazinha”, se diverte.
Já sobre uma possível paixão de Leila por Alberto, Alexandra despista e declara que ainda não tem nada concreto sobre o assunto.
“A novela é uma obra aberta, sempre. O que acontece, por enquanto, é que a Leila já está nessa casa há muito tempo. Ela tem muita intimidade com essa família, com esse paciente e nem fica mais magoada [com as grosserias do Alberto] porque já sabe que ele é daquele jeito. Eu acho que esse profissional da saúde sabe que esse tipo de paciente está muito sensível. Eu acho que, independente do que vai acontecer, sem dúvida alguma, ela tem uma admiração e um carinho imenso por esse cara. E tem uma preocupação porque sabe o estado de saúde dele. Então existem muitos sentimentos misturados”, adverte.
“Há alguns anos, conheci no Tinder uma garota americana que estava passando um tempo no Brasil. Como boas sapatões, vivemos três meses como se fossem três anos: nos vendo todos os dias, transando em todas as horas e locais possíveis. A gente nem saía de casa. Fizemos o Kama Sutra todo, meus amigos ligavam para perguntar se eu estava viva. Só levantávamos para tomar água e comer. No fim da viagem, ela encontraria a família em Salvador. Eles vinham de Nova York para curtir as férias com ela. Acabei comprando uma passagem também e, chegando lá, fui apresentada como amiga, porque ela não tinha falado sobre sua sexualidade com eles. A mãe, a tia e o irmão me adoraram. No segundo dia, aconteceu um dos melhores sexos da minha vida. Tudo começou no almoço.
Estávamos eu, ela e a mãe sentadas num restaurante. A mãe perguntou sobre nossos namoradinhos e encarei uma personagem que há anos não precisava mais interpretar. Falei que estava focada na carreira. Nessa hora, minha namorada colocou os pés na minha perna e começou a subir até minha coxa, arregalei os olhos, tentando controlar o tesão, fiz o mesmo. Saindo de lá, fomos ao Pelourinho. A família ia na frente e a gente ia se pegando atrás. Quando um familiar virava, disfarçávamos. Voltamos para casa e todos foram deitar.
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No quarto à esquerda do nosso, estavam a mãe e a tia; à direita, estava o irmão. Estávamos loucas de tesão, mas com medo de fazer barulho. Para piorar, a porta não tinha tranca. Deitei na cama de baixo; ela, na de cima. De repente, ela pulou em cima de mim, começou a me beijar, tirar minha blusa, chupar meus peitos. Tirei a roupa dela, empurrei a cama na porta. Nos beijávamos e minha mão começou a deslizar para baixo. Coloquei dois dedos e ela gemia num nível que não daria para ouvir. Coloquei mais um dedo e os decibéis aumentaram, mas foi no quarto dedo que tive que implorar para ela me morder, pois, além de ser uma delícia, abafava a gritaria. Ela ia para cima e para baixo por um tempo e estávamos tão molhadas que parecia que boiávamos em um rio. Ainda não sei por que o mundo erótico não inventou um lubrificante com gosto de ejaculação feminina. Quando vi aquela água, tive que pedir para ela sentar na minha cara, precisava bebê-la.”
Milena Mauro,26 anos, vendedora em uma butique erótica e moradora de São Paulo
A boca vermelha virou marca registrada da personagem Maria da Paz, da novela “A Dona do Pedaço”. A cor é poderosa mesmo, e ainda tem benefícios extras: consegue dar um toque de glamour até em produções mais casuais, faz os dentes parecerem mais brancos e dispensa um make mais elaborado – ela e uma boa máscara de cílios resolvem a maquiagem. Nossas experts em beleza do Beauty Tudo avaliaram seis batons vermelhos. Clique no link para ler as resenhas completas.
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